Aguarde, carregando...

Domingo, 01 de Novembro 2026
Elizângela Gonçalves, madrinha do programa Apadrinhando uma História, realiza doação para bebês da Casa Criar
Geral

Elizângela Gonçalves, madrinha do programa Apadrinhando uma História, realiza doação para bebês da Casa Criar

Doação inclui produtos para crianças de 0 a 2 anos, com itens voltados para crianças neurodivergentes, e reforça a importância da solidariedade na proteção infantil

IMPRIMIR
Espaço para a comunicação de erros nesta postagem
Máximo 600 caracteres.

Doação inclui produtos para crianças de 0 a 2 anos, com itens voltados para crianças neurodivergentes, e reforça a importância da solidariedade na proteção infantil

A solidariedade ganhou um novo significado na Casa Criar, anteriormente conhecida como Lar do Bebê, em Porto Velho. Elizângela Gonçalves, madrinha do programa "Apadrinhando uma História", fez a doação de diversos artigos voltados para bebês de 0 a 2 anos, incluindo itens específicos para crianças neurodivergentes.

Esse gesto simboliza carinho e um forte compromisso com o bem-estar das crianças acolhidas, além de evidenciar como a participação da comunidade é fundamental para proporcionar melhores condições de cuidado e desenvolvimento durante a primeira infância.

Publicidade

Leia Também:

A ação é parte das iniciativas de proteção social promovidas pela Prefeitura de Porto Velho, através da Secretaria Municipal de Inclusão e Assistência Social (Semias), e ressalta a importância do envolvimento da sociedade no apoio a crianças e adolescentes que recebem atendimento em serviços de acolhimento.

APADRINHANDO UMA HISTÓRIA

O programa Apadrinhando uma História tem como objetivo aproximar a comunidade de crianças e adolescentes que se encontram em serviços de acolhimento, sejam eles institucionais ou familiares, proporcionando oportunidades de convivência, apoio e formação de vínculos afetivos.

A proposta visa contribuir para o desenvolvimento social, emocional, educacional e pessoal dos acolhidos, através da participação de pessoas dispostas a oferecer carinho, atenção, serviços ou apoio material e financeiro.

Importante ressaltar que o apadrinhamento não deve ser confundido com adoção, pois trata-se de uma forma de participação solidária na vida de crianças e adolescentes que necessitam de proteção e oportunidades de crescimento.

O programa dispõe de três modalidades de participação:

Padrinho ou madrinha provedora: oferece suporte material ou financeiro, por meio de doações de roupas, calçados, brinquedos e materiais escolares, além de custear cursos profissionalizantes, reforço escolar e atividades esportivas, entre outras.

Padrinho ou madrinha prestadora de serviços: disponibiliza suas habilidades profissionais para atender às demandas das crianças e adolescentes acolhidos, podendo envolver profissionais liberais, empresas, clínicas e instituições.

Padrinho ou madrinha afetiva: forma vínculos de afeto e convivência com a criança ou adolescente, com visitas regulares e atividades autorizadas, que podem incluir passeios e momentos de convívio durante finais de semana, feriados ou férias, seguindo as diretrizes do programa e a supervisão da equipe técnica.

QUEM PODE PARTICIPAR?

Pessoas com mais de 21 anos podem se candidatar para o apadrinhamento, desde que respeitem a diferença mínima de idade de 16 anos em relação à criança ou adolescente que será apadrinhado. A participação deve passar pela avaliação e pelos procedimentos estabelecidos pela equipe responsável.

O apadrinhamento apresenta diversas possibilidades para quem deseja colaborar com a proteção infantil, seja por meio de recursos materiais, prestação de serviços ou construção de vínculos afetivos.

O prefeito Léo Moraes enfatizou que a solidariedade da comunidade é crucial para fortalecer o cuidado com as crianças acolhidas no município.

“Cuidar das nossas crianças é uma responsabilidade de todos. O gesto da Elizângela mostra como a solidariedade pode fazer a diferença na vida de quem mais precisa. Por meio do programa Apadrinhando uma História, queremos incentivar mais pessoas a participarem dessa rede de apoio, levando carinho, proteção e novas oportunidades às crianças e adolescentes acolhidos”, afirmou.

A participação da comunidade é essencial para potencializar as ações dos serviços de acolhimento e ampliar as oportunidades de apoio a crianças e adolescentes, seja por meio de doações, serviços ou vínculos afetivos.

O secretário municipal de Inclusão e Assistência Social, Paulo Afonso, ressaltou a relevância da participação da sociedade na ajuda às crianças e adolescentes acolhidos.

“A proteção à infância é uma responsabilidade compartilhada. Agradecemos à madrinha Elizângela Gonçalves por esse gesto de generosidade e convidamos a população a conhecer o programa e a fazer parte dessa rede de solidariedade, contribuindo para um futuro repleto de oportunidades para nossas crianças e adolescentes”, destacou.

A participação no programa possibilita que indivíduos e instituições colaborem de diversas formas, conforme as necessidades identificadas pelos serviços de acolhimento e as modalidades disponíveis.

A secretária adjunta da Semias, Tércia Marília, mencionou que a doação também atendeu outro espaço dedicado ao atendimento de crianças no município.

“A doação realizada à Casa Criar demonstra como a solidariedade pode transformar a realidade das crianças acolhidas. Além dos artigos destinados aos bebês da Casa Criar, a madrinha também doou itens de brincar para o Espaço Acolher, contribuindo para o bem-estar, a interação e o desenvolvimento das crianças atendidas. O Apadrinhando uma História fortalece os vínculos de afeto, estimula a inclusão e mobiliza a sociedade para que cada criança tenha acesso a cuidado, proteção e oportunidades para se desenvolver com dignidade”, enfatizou.

Os produtos doados para os bebês da Casa Criar e os itens entregues ao Espaço Acolher ampliam o impacto positivo da contribuição de Elizângela Gonçalves, com materiais voltados para as atividades e interações das crianças atendidas.

A diretora de Proteção Social Especial (DPSE), Poliana Miranda, sublinhou a importância da iniciativa e do envolvimento de pessoas dispostas a ajudar no acolhimento e na proteção de crianças em situação de vulnerabilidade.

“Um anjinho de bom coração nos presenteou com diversos artigos para bebês de 0 a 2 anos, incluindo itens destinados a crianças neurodivergentes. É para isso que estamos aqui: para construir pontes entre pessoas de bom coração e crianças que precisam de cuidado, proteção e carinho. A Casa Criar também é um espaço de acolhimento para a solidariedade!”, afirmou.

A doação representa uma das maneiras de participar do Apadrinhando uma História, que também permite o envolvimento de profissionais e pessoas interessadas em oferecer apoio afetivo, seguindo os critérios e a supervisão da equipe responsável.

Quem deseja saber mais sobre o programa e suas modalidades de participação deve procurar informações junto à Secretaria Municipal de Inclusão e Assistência Social (Semias), que é a responsável pelas ações de proteção social no município.

Com informações do Capital Rondônia. Fonte: Texto: Adaides Batista · Fotos: Semias · Secretaria Municipal de Comunicação (Secom).

FONTE/CRÉDITOS: Texto: Adaides Batista · Fotos: Semias · Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

Não possui uma conta?

Você pode ler matérias exclusivas, anunciar classificados e muito mais!
Termos de Uso e Privacidade
Esse site utiliza cookies para melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar o acesso, entendemos que você concorda com nossos Termos de Uso e Privacidade.
Para mais informações, ACESSE NOSSOS TERMOS CLICANDO AQUI
PROSSEGUIR